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Vitória heroica classifica o Atlético

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O Furacão está na fase de grupos da Libertadores. Em partida que teve de tudo, desde gol impedido do adversário a pênalti no último lance de jogo, o Rubro-Negro venceu o Sporting Cristal por 2 a 1 no tempo normal e, depois de estar em desvantagem de dois gols nas penalidades, foi buscar e conseguiu a vitória nas cobranças alternadas.

Confira como foi a partida, um verdadeiro teste para cardíacos:

Chuva de cartões e nada de gols na primeira etapa

O jogo começou truncado e nervoso, com ambas as equipes jogando na base do chutão e cometendo muitas faltas. Logo aos cinco minutos, dois jogadores já tinham recebido cartões amarelos: Cazulo pelo Sporting Cristal e Cleberson pelo lado do Atlético.

A primeira boa chance aconteceu somente aos 14 minutos, quando Marcelo recebeu lançamento e escorou de cabeça para Éderson, que invadiu a área sozinho e chutou de esquerda, mas para fora. Os peruanos responderam em seguida. Aos 15, Yotún recebeu na área, fez o domínio, mas foi travado na hora do chute. Dois minutos mais tarde, no contra-ataque, Lobaton carregou a bola e finalizou de fora da área, mas o chute saiu fraco e Weverton fez tranquila defesa.

Com os alvicelestes indo sempre com muita vontade para as divididas, por vezes de maneira até desleal, o Atlético não conseguia criar boas jogadas. Aos 18 minutos, Zezinho caiu na provocação de Balbín, com quem trocou empurrões. O árbitro Antonio Arias não titubeou e expulsou os dois de campo.

Quando as equipes ficaram com 10 jogadores em campo, o Furacão passou a buscar mais o ataque, enquanto o Sporting procurava fazer cera.

Aos 28, Sueliton fez boa jogada pela direita, invadiu a área e foi até a linha de fundo, mas na hora de cruzar esbarrou na marcação e ficou reclamando de um pênalti, não marcado pela arbitragem. Logo em seguida, Manoel roubou a bola e lançou para Marcelo que, de cabeça, acabou acertando a zaga. O Atlético ainda teve outras duas boas chances de abrir o placar, aos 32 com Marcelo, que perdeu ótima oportunidade na cara do gol e, aos 42, quando o camisa 7 fez boa jogada pela esquerda e bateu cruzado na tentativa de encontrar Éderson, que não conseguiu alcançar.

Enquanto isso, mais quatro cartões amarelos foram aplicados para jogadores do Sporting Cristal, que desceu para os vestiários com um jogador expulso e cinco amarelados.

Retranca e emoção até o último minuto do segundo tempo

O ímpeto ofensivo com que o Atlético terminou o primeiro tempo aumentou no início da segunda etapa. Precisando da vitória, o Rubro-Negro foi para cima do adversário, contando com a boa movimentação de Fran Mérida, colocado em campo pelo técnico Miguel Ángel Portugal no lugar de Douglas Coutinho.

No primeiro minuto, o espanhol já mostrou seu cartão de visitas ao cruzar para Marcelo, que não conseguiu finalizar para o gol. O Sporting Cristal tentou responder, mas o ataque parou em Manoel. Aos três, Natanael chutou de fora da área, a bola desviou e quase enganou o goleiro adversário, mas passou à esquerda da meta. Nos dois minutos seguintes, mais duas chegadas do Rubro-Negro, uma com Sueliton em cobrança de falta e outra com Mérida, que recebeu cruzamento e bateu de primeira. Mas as duas finalizações pararam na zaga.

Sem diminuir o ritmo, o Furacão continuou pressionando e criou outra boa chance com Marcelo, que aos sete minutos tocou de cabeça, para fora. Aos oito, Mérida cobrou escanteio para Manoel cabecear com perigo, vendo a bola sair à direita da meta de Penny. E enquanto o Atlético pressionava, o Sporting continuava fazendo cera e valorizando demais cada bola parada.

Mas aos 16, a blitz rubro-negra finalmente deu resultado. Fran Mérida cobrou falta da direita, com perfeição para Manoel, que se antecipou à zaga e tocou a bola para o fundo das redes: 1 a 0 Atlético.

Porém, enquanto a torcida ainda comemorava o gol que ia garantindo a classificação do Furacão para a fase de grupos da Libertadores, o Sporting Cristal chegou ao empate também em cobrança de falta, aos 18 minutos, quando Ávila entrou pelas costas da zaga e, em posição de impedimento, tocou para o gol.

Pouco depois do gol de empate, Cóssio cometeu falta dura na meia cancha, recebeu o segundo cartão amarelo e acabou expulso. Com um jogador a mais, o treinador atleticano logo promoveu a entrada de Mosquito, no lugar de Paulinho Dias. E o jogo seguia com o Atlético no ataque e o Sporting apenas se defendendo, administrando o resultado.

Aos 35, Portugal fez a última alteração, tirando Sueliton para a entrada do jovem Nathan, em mais uma tentativa de buscar a vitória. Porém o time não conseguia superar a retranca adversária e, ao fim do tempo regulamentar, tudo parecia se encaminhar para uma melancólica eliminação.

Mas aos 49 minutos, brilhou a estrela do treinador e dos jovens jogadores atleticanos. Mosquito chutou e o goleiro rebateu. Nathan tentou de novo e a bola foi novamente afastada. Fran Mérida pegou a sobra, chutou para o gol e o zagueiro Marcos Ortíz, no desespero, cortou com a mão. O árbitro, imediatamente, assinalou a penalidade máxima para delírio da nação rubro-negra.

Ortíz foi expulso e, na cobrança, Éderson bateu firme, no canto esquerdo do goleiro Penny, e pôs o Furacão novamente em vantagem, levando a decisão para os pênaltis.

Mais sofrimento nas penalidades, mas com alegria no fim

Depois de conseguir levar a decisão para os pênaltis no último lance da partida, o Rubro-Negro ainda reservava mais emoção e adrenalina para a torcida.

Éderson iniciou as cobranças, convertendo sua penalidade. Lobaton também marca para os peruanos. Mas no segundo pênalti atleticano, Deivid chutou a meia altura e o goleiro Penny defendeu; Cazulo foi para a cobrança e marcou, deixando o Furacão em desvantagem.

Na sequência, Fran Mérida e Advíncula marcaram. Mas em seguida, Nathan desperdiçou mais uma para o Rubro-Negro e levou a torcida ao desespero. Delgado ajeitou a bola e, se marcasse, garantiria a vitória do Sporting Cristal. Mas Weverton caiu bem no canto direito e salvou o Atlético.

Em seguida, Natanael converteu para o Rubro-Negro e o adversário chutou para fora, provocando as cobranças alternadas que começaram com a cobrança de Mosquito, que converteu. Nuñez também marcou e deixou tudo igual. Então Manoel ajeitou a bola com carinho na marca da cal e bateu com estilo, colocando o Furacão novamente em vantagem e jogando a responsabilidade sobre Pedro Aquino que, sob intensas vaias da torcida, chutou na trave e deu a vaga ao Atlético.

Assim, a classificação rubro-negra veio com muita angústia e emoção. Na fase de grupos, o Furacão enfrentará o The Strongest, da Bolívia; o Universitario, do Peru e; o Vélez Sarsfield, da Argentina. A primeira partida ocorre em Curitiba, já no dia 13/02, contra o The Strongest.


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Sou cruzeirense e torci para o atletico -pr ontem.
Mas emfim o campeão da libertadores sera meu cruzeiro.
afinal as nossa maior organizada (mafia azul) ea do atletico pr (os fanaticos) são alidas de fé ..