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Sucesso no Facebook, perfil 'Cansei de Ser Gato' vai virar livro e loja

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Na onda de gatos que fazem sucesso na internet, o tigrinho brasileiro Chico dará origem a um livro de fotos e a uma loja virtual. O felino estreou na web em julho, com o perfil no Facebook " "Cansei de Ser Gato" , em que aparece cada dia com uma fantasia diferente. Quatro meses, 130 mil curtidas e dezenas de caracterizações depois (de Chacrinha a rei do camarote), Chico participará no domingo (24) do lançamento de seu livro em São Paulo.

A versão impressa do "Cansei de Ser Gato" (Editora Novo Século; R$ 19,90) tem 80 páginas de fotos com o gato fantasiado e também imagens de bastidores. O segundo passo da empreitada "cansei de ser gato, virei empreendedor" está prevista para os próximos dias, com o lançamento de uma loja virtual. O site oferecerá diversos produtos – como canecas, almofadas e capinhas para celular - estampados pelo multifacetado Chico, que tem pouco menos de dois anos.


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Ao contrário do que indica o "Cansei de Ser Gato", Chico parece gostar de sua(s) vida(s). "O Chico é único. Não reclama das fantasias e até ronrona durante as fotos", contou ao UOL Tecnologia a administradora Amanda Nori, 25, dona de quatro tigrinhos. Além da webcelebridade, Amanda e a publicitária Stefany Guimarães, 24, dividem a casa em São Paulo com a gata Madalena e os filhotes recém-adotados Maria Tereza e Sebastião.

Com o sucesso do "Cansei de Ser Gato", as humanas dessa história largaram recentemente seus empregos na área de marketing para se dedicar à página do Facebook e projetos relacionados.

Segundo Amanda, o rendimento já equivale ao que elas ganhavam nos empregos tradicionais. Entre os anúncios que renderam lucro estão a versão do gato intercambista (pago por uma agência de intercâmbio), do gato chef (patrocinado pela Brastemp) e do gato Francisgleydisson (ação do filme "Cine Holliúdy").


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Todos os gatos da casa já apareceram nas fotos - os filhotes, por exemplo, fizeram uma ponta como os dois filhos de Francisco (do filme com mesmo nome). Mas Chico é o único dos quatro (ou talvez o único dos gatos) que tope usar fantasias e tenha paciência para posar. "Ele não liga. Às vezes vai comer e volta para as fotos com a roupa, os óculos, tudo no lugar", diz Amanda.

A brincadeira só fica mais difícil quando há muitos detalhes no cenário: invariavelmente, o gato balança o rabo e derruba o que está por perto. Foi assim, por exemplo, quando ele virou mini craque e derrubou insistentemente os bonequinhos da seleção brasileira de futebol. Já a máscara enorme, presa em sua cabeça, aparentemente não foi problema para o paciente gato.

Amanda e Stefany contam com a ajuda dos amigos para as caracterizações e ambientação, pegando emprestado o máximo de objetos que podem. As fotos são registradas com um iPhone e geralmente produzidas no dia anterior à publicação. Sempre pelas manhãs, que é quando a sala do apartamento tem a luz mais favorável. "Ele já fica por ali, esperando", garante Amanda.


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