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iPad Air e iPad mini: veja as diferenças para os tablets anteriores

Os tão aguardados iPads finalmente foram anunciados, trazendo muitas das novidades e supreendendo em alguns aspectos. O esperado iPad 5 virou iPad Air, enquanto que o irmão menor recebeu o título de iPad Mini Retina, e não iPad Mini 2. Como o nome entrega, o principal boato sobre o modelo mini, o display Retina, foi confirmado. Já no iPad Air, o grande acerto dos rumores está no chip A7 de 64 bits, que admiravelmente também foi incorporado ao mini. Veja abaixo as principais mudanças nos dois modelos.

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iPad Air

A mudança mais drástica do sucessor do iPad 4 está no design. Com 7,5 mm de espessura, ele é 20% mais fino que a versão anterior, que contava com 9,4 mm. As bordas laterais diminuíram em 43% e o peso passou de 652 g para 450 g.

O processador, como já dissemos, deixou de ser um A6X dual core para ser um A7 de 64 bits, o mesmo do iPhone 5S. Além disso, ele acompanha co-processador M7, que rastreia movimentos e permite ao gadget saber quando você está parado, andando ou correndo. Como consequência da melhora em performance, ele abre arquivos 2 vezes mais rápido que o iPad 4 e é 72x mais veloz que o primeiro dispositivo da série.

A câmera praticamente não sofreu alterações, continuando com seus 5 megapixels de resolução e gravação de vídeo em HD de 1080p. Houve melhoria na câmera FaceTime HD, que agora apresenta pixels maiores. A tela também permanece com suas 9,7 polegadas.


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Em termos de conectividade, ele conta com Wi-Fi mais rápido, mas em contrapartida a rede 4G não é compatível com o LTE brasileiro. A bateria continuou com autonomia de 10 horas usando rede Wi-Fi, assistindo vídeos ou escutando música.

O modelo mais barato, o de 16 GB com Wi-Fi, custa US$ 499. Há também versões de 32, 64 e 128 GB, cujos preços aumentam em US$ 100 a cada upgrade. Já no modelo Wi-Fi e celular, os preços são de US$ 629 (16 GB), US$ 729 (32 GB), US$ 829 (64 GB) e US$ 929 (128 GB).

Os dispositivos começarão a ser vendidos dia 1º de novembro em diversos países, mas não no Brasil, onde ainda não há uma data definida para chegar às prateleiras. O iPad Air chega com a traseira nas cores prata e cinza escuro, com a frente em branco e preto. Uma das surpresas é que o iPad 4 será descontinuado, ficando apenas a segunda geração disponível para venda, por US$ 299.

Entre os rumores que falharam estão o sensor biométrico, que seria integrado ao botão home e capaz de fazer leitura de digitais, e a existência de uma Smart Cover integrada funcionando como teclado.


iPad mini Retina

As mudanças no iPad mini Retina impressionaram mais por serem inesperadas. O único ponto óbvio da mudança ocorreu no display, que de fato aumentou dobrou de resolução: de 1024 x 768 pixels para 2048 x 1536 pixels (326 ppi de densidade), matendo porém suas 7,9 polegadas.

O processador muito mais potente, o A7 de 64 bits, já até havia sido especulado, mas na versão mini esta alteração era considerada uma possibilidade remota. Sua CPU ficou 4 vezes mais rápida que a do antecessor, com gráficos rodando 8 vezes mais velozmente.


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As configurações de câmera e vídeos são as mesmas que a do Air: 5 megapixels de resolução e 1080p para gravação de vídeos. Da mesma forma, a bateria também tem autonomia de 10 horas.

A conectividade Wi-Fi está 2 vezes mais rápida, e agora existirá uma versão compatível com LTE – porém é provável que não com a rede brasileira. Os preços são de US$ 399 e US$ 529, respectivamente.

Ele chega no mercado no final de novembro, nas cores prata e cinza escuro. Já as capas, tão aguardas devido às dicas da Apple, virão em diversas cores e custarão US$ 39 para a cobertura apenas frontal e US$ 79 para a que cobre todo o gadget.


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